Professores

Conheça quem são os estudiosos e referências na área de Gestão do Conhecimento Tácito.

Rodrigo Ribeiro

É professor do Departamento de Engenharia de Produção da UFMG há 14 anos e membro do Programa de Pós-graduação em Engenharia de Produção na mesma instituição. Possui doutorado em Sociologia do Conhecimento Científico e Tecnológico (SCCT) no “Centre for the Study of Knowledge, Expertise and Science (KES)” da Universidade de Cardiff, Reino Unido (2007). É mestre em Métodos de Pesquisa em Ciências Sociais pela Universidade de Cardiff (2004, com Distinção) e Engenharia de Produção pela UFMG (1998), com especialização em Gestão Empresarial pela CVRD-Fundação Dom Cabral (1992), tendo graduado-se em Engenharia Civil pela FEA-FUMEC (1991, Medalha de Prata). Sua área de expertise é a otimização de processos de transferência de conhecimento tácito e tecnologia, considerando-se seus aspectos técnicos, sociais, linguísticos e culturais. Outros interesses incluem o estudo da natureza do conhecimento tecnológico e do conhecimento em geral, possibilidades e limites da interação homem-máquina, e educação e políticas públicas nas áreas de ciência e tecnologia. Suas pesquisas e projetos concentram-se nos setores de mineração (1994-1995), construção civil (1995-1998), siderurgia (1999-2007), ensino médio (2008-2011) e pirometalurgia (2008-2015), com pesquisas de campo no Brasil e Japão. Desde 2010, é Editor, em conjunto com o Prof. Francisco Lima, da Fabrefactum Editora, especializada na publicação de livros que abordem a ligação entre Ciência, Tecnologia e Sociedade e Trabalho e Sociedade.

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Francisco de Paula Antunes Lima

É especialista na área de análise de acidentes, análise de competências, saber tácito e capitalização da experiência em projetos. Atualmente, tem desenvolvido projetos junto à Petrobrás (resgate da experiência dos operadores em projeto de plataformas) e com a SECTES – Secretaria de Ciência e Tecnologia do Estado de Minas Gerais (para diagnosticar necessidades de formação e elaborar programas de qualificação profissional para fomentar o desenvolvimento de arranjos produtivos locais), além de programas de formação e desenvolvimento de novas tecnologias no sistema único de saúde – SUS (mais especificamente no PSF – Programa de Saúde da Família em âmbito municipal). Dentre os projetos e consultorias realizadas em empresas, destacam-se também pesquisas realizadas em controle de processos contínuos (cimento, petroquímica e siderurgia). Possui graduação em Engenharia Mecânica (UFMG), mestrado na mesma área, com ênfase em Projeto (UFSC), e doutorado em Ergonomia (CNAM – Paris), no laboratório do Prof. Alain Wisner, onde foi desenvolvida a metodologia de AET – Análise Ergonômica do Trabalho. Posteriormente realizou o pós-doutoramento em Ergologia (Université de Provence – França), quando ampliou sua formação com uma equipe pluridisciplinar de Análise de Situações de Trabalho (APST). Atua em vários cursos relacionados ao trabalho (Ergonomia, Engenharia de produção, Psicologia do trabalho, Engenharia de segurança), onde é o responsável pelas disciplinas de Metodologia de Pesquisa e de Análise do trabalho, o que lhe permitiu ter uma ampla visão das diversas estratégias de pesquisa, sobretudo em pesquisas empíricas da atividade em situações reais.

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Raoni Guerra Lucas Rajão

É Professor na área de Estudos Sociais da Ciência e Tecnologia no departamento de Engenharia de Produção da UFMG. Ele é graduado em Informática pela Universidade de Milão-Bicocca (Itália) e Mestre e Doutor em Organização, Trabalho e Tecnologia pela Universidade de Lancaster (Inglaterra). Iniciou sua carreira acadêmica como pesquisador na agencia de transito urbano e meio ambiente da Prefeitura de Milão, onde desenvolveu uma técnica de análise de séries espaço-temporais de dados de transito. Em seguida, no mestrado mudou seu foco de estudo para os aspectos sociais dos sistemas de informação, tendo como foco na história institucional dos sistemas de monitoramento da Amazônia. Sua atual pesquisa se foca nas práticas de trabalho do IBAMA e da SEMA-MT que envolvem os sistemas DETER (detecção de desmatamento por satélite), SLAPR (cadastro de propriedades rurais) e GPS (posicionamento global) para o controle do desmatamento ilegal na Amazônia brasileira. Com relação a esse tema Raoni atuou como consultor do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e publicou capítulos de livros e artigos científicos no Brasil e exterior.

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